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Arquivo do mês: agosto 2015

Refletindo – precisa comentar?

Oi gente,

Vim falar sobre comentários na internet.

comentários-refletindo-educação-internet-criticas

O mundo dos blogs cada vez cresce mais e o do Youtube também. Uma coisa que vejo aumentar muito é o número de vlogs e tags pessoais (do tipo cinquenta fatos sobre mim). Essa coisa meio reality show agrada muito e muita gente quer saber como é o dia a dia daquela pessoa, o almoço, as compras, viagens, etc.

É claro que nesse processo a pessoa acaba se expondo mais, mostrando os gostos, hábitos, onde mora, o que compra, come, veste… Naturalmente toda essa exposição traz uma sensação de proximidade entre o blogueiro/ youtuber e seu público. O problema é que, na maioria das vezes, esse público começa a se sentir íntimo demais e a vontade demais para comentar qualquer coisa, inclusive coisas ofensivas. Não estou falando de trolls, mas de gente que realmente segue e gosta do blogueiro. Essas pessoas devem, muitas vezes, achar que seus comentários são apenas uma crítica construtiva, mas além de muitas vezes faltar educação, a maior parte deles invade a privacidade do outro, opinando e se metendo em questões pessoais que não lhe dizem respeito.

Se a gente sai desse meio da Internet e olha os famosos da televisão tudo fica ainda pior. Não que seja pior de fato, mas como o alcance da televisão é maior, claro que são mais opiniões. Como eu não vejo televisão e não leio revistas ou sites que tratam de fofocas dos famosos, me limito a falar do que vejo nos comentários de posts, vídeos e fotos.

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Já cansei de ver, a pessoa está postando um produto novo, o look do dia ou até fotos de viagem e chovem comentários sobre como o cabelo está curto ou comprido demais, a nova tintura não agradou, a roupa não valorizou, a pessoa precisa emagrecer (não, não venham com argumento que é pela saúde)… Nossa, os julgamentos nunca param.

Para gente. Acompanhar uma pessoa na Internet (ou TV) não te dá o direito de sair opinando na vida dela. Críticas construtivas sobre o trabalho com certeza vão ser bem vindas (veja bem, sobre o trabalho), ofensas e opiniões sobre a vida pessoal só se forem expressamente pedidas. E mesmo assim, tenha bom senso e educação. Não é porque alguém posta uma foto que você pode sair falando que está tudo horrível.

E olha que nem falei sobre o fato da pessoa estar atrás de uma tela de computador e ter anonimato. Isso parece que deixa as pessoas mais corajosas. Não é coragem falar mal do outro, viu?

Dica: a pessoa acabou de postar uma foto mostrando algo que ela adorou e você odiou? Não comente, simples. Ela está feliz com o produto novo ou sua aparência e isso basta (ou deveria), não diga que ela não deve usar ou fica feia com aquilo, ninguém pediu sua opinião. Claro que se ela faz uma resenha de um produto você pode discordar e dizer o que achou. Aí está a diferença entre falar do trabalho e da vida pessoal.

Vocês costumam ver muitos comentários sem noção?

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Beijos

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Colocando em prática #4 – pôr do sol

Oi gente,

Mais um colocando em prática temático. Dessa vez com o tema pôr do sol ou entardecer.

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Essa foto foi tirada em Brasília. O pôr do sol é um momento em que temos menos luz do que durante o dia, mas ainda temos o sol bem visível, muitas vezes aparecendo na foto. A tendência do modo automático é interpretar que temos muita luz, mas mesmo assim onde está o Sol a foto fica estourada. O céu em geral fica muito claro e o restante da foto fica ok ou o céu fica ok, mas o restante fica bem escuro, às vezes preto. A maior parte das fotos de celular acaba sendo assim.

Por isso é melhor usar a câmera no modo manual. Sempre aponto para medir a luz no céu (mas se o Sol estiver aparente, não nele nem muito perto) e deixo a foto subexposta, ou seja, escura. Com a foto mais escura conseguimos realçar bem as cores do céu. Nesta foto usei a lente Nikon 18-55mm f/3.5-5.6 em 55mm que foi onde encontrei esse enquadramento. Deixei o f/ 5.6 que é o menor da lente nessa distância focal e o ISO em 200. É um ISO bem baixo e eu poderia ter subido mais para usar uma velocidade mais alta, já que usei 1/40 segundos. Mas eu evito ao máximo subir o ISO porque não gosto mesmo dos ruídos. Sei que ISO 200 é bem baixo, mas como deu para segurar a velocidade sem tremer, preferi não aumentar.

A velocidade 1/40 ficou boa, sem tremer, mas menos do que isso, em 55mm eu não me garanto muito, pois não tenho a mão tão firme. Não sei dizer exatamente como estava o fotômetro, mas certamente -1 ou -2.

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Essa foto é de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, uma cidadezinha bem perto de Natal. Na verdade a foto é em Tourinhos, lugar com pôr do sol lindo perto de Gostoso. Mais uma vez deixei o fotômetro no negativo.

Para esta foto usei a lente Nikon 55-200mm f/4.5-5.6 em 92mm, onde achei o melhor enquadramento. O f/5 é também o menor possível para essa distância focal nessa lente. Botei o ISO um pouco mais alto do que na foto anterior, em ISO 320, mas não me arrisquei a subir muito não. A velocidade acabou ficando mais alta 1/320 segundos.

Dá pra perceber que esse pôr do sol era mais claro que o anterior. A abertura é praticamente a mesma, o ISO dessa segunda foto é um pouco mais alto, mas a velocidade está bem maior e a distância focal (que também dá diferença na entrada de luz) também é maior.

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Foto tirada em Floripa mesmo, é a diferente do grupo, já que não há pôr do sol efetivamente. Ela foi tirada na hora do crepúsculo, mas não foi voltada para o oeste (oeste é onde o Sol se põe).

A foto foi tirada com a lente Sigma 18-35mm f/1.8 em 35mm. Essa lente é a minha preferida junto com a Nikon 50mm f/1.8, mas embora a Sigma seja bem maior, é mais versátil. Mantive o ISO baixo de sempre em ISO 320, a abertura em f/3.5 e a velocidade em 1/50 segundos, uma velocidade bem razoável para os 35mm escolhidos. Escolhendo essas medidas eu acabei subexpondo a foto e fazendo um efeito mais escuro do que o que meus olhos estavam vendo no momento.

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Beijos

Arroz de forno rápido

Oi gente,

Não sou uma pessoa que ama cozinhar, mas às vezes ou a gente cozinha ou fica com fome, né? E comer eu amo.

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Por não amar cozinhar eu gosto bastante de fazer coisas práticas que não deem muito trabalho nem sujem muita louça. Muito às vezes me arrisco em coisas menos óbvias, o meu normal é juntar muitos ingredientes e fazer um prato só que já sirva como proteína, carboidrato e salada. E é um prato assim que vou mostrar hoje.

Eu chamo de arroz de forno, mas sei que muita gente chama de arroz de forno algo bem mais elaborado do que isso.

Ingredientes:

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Não tenho uma lista de ingredientes certinha nem quantidades definidas. Eu sempre gosto de improvisar e cada vez fica diferente. Mas vamos ao que eu usei dessa vez.

Arroz. Sabe aquele arroz de ontem que sobrou? Excelente. Confesso que já fiz arroz só pra fazer arroz de forno porque amo, mas não é o mais comum. Costumo pegar o que baste pra eu comer. Dessa vez meu arroz já foi feito com tomate, mas se não, acrescento tomates picadinhos.

Requeijão. Umas duas ou três colheres.

Queijo. Pode ser o queijo que tiver em casa ou mais de um queijo. Eu usei uma parte ralada e algumas fatias pra por em cima e gratinar.

Verduras e legumes. Meus preferidos pra esse arroz são cenoura, pimentão e tomate. Como o arroz já tinha tomate, coloquei só cenoura e pimentão. Ralei a cenoura e piquei o pimentão em cubinhos, mas você coloca o que gostar e tiver na geladeira.

Peito de frango. Essa acho que é a parte que mais vario, pego alguma carne, pode ser presunto, salame, peito de peru, pedaços de carne, carne assada, salsicha, linguiça… Dessa vez peguei peito de frango, temperei com limão e sal e passei na frigideira. Depois piquei em cubinhos.

Mode de fazer:

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Não tem nada mais simples, primeiro eu misturo o requeijão no arroz até ficar bem homogêneo. Já faço isso em um pote ou pirex que possa ir no forno.

Depois vou misturando as outras coisas, a cenoura, pimentão, frango e queijo ralado. Aqui é a hora de você ver as quantidades, achou que tem pouca cenoura? Rala mais. Coloque até ficar satisfeito.

Aí só colocar o queijo em fatias por cima e levar no forno.

Como nada precisa cozinhar, eu deixo em fogo médio pra não correr o risco de queimar por fora e ficar frio dentro. O tempo vai depender do teu forno, mas é só ver o queijo, quando ele estiver bem derretido, está pronto.

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Simples de fazer, razoavelmente rápido e fica uma delícia. Além disso, ainda é totalmente personalizável e você pode acrescentar o que quiser.

Vocês também têm receitas assim simples e gostosas? Coloquem nos comentários.

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Beijos

Gel esfoliante facial – Panvel Faces

Oi gente,

Mais ou menos três vezes por semana gosto de esfoliar meu rosto.

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Há mais ou menos um mês o esfoliante que eu usava acabou e comprei um novo na Panvel, rede de farmácias do sul do país. O produto promete limpar e renovar a pele removendo as células mortas. Promete uma pele mais lisa e macia.

Eu gosto de usar o esfoliante depois do gel de limpeza porque se não tenho a sensação de que estou esfregando a sujeira no rosto. E depois do banho eu uso o hidratante facial.

A primeira vez que fui esfoliar o rosto com esse produto achei que não ia dar certo. A base dele é um gel transparente bem consistente, então achei que ia deixar meu rosto ainda mais oleoso. Mas quando enxaguei o rosto me surpreendi, minha pele estava bem lisinha e com a sensação de sequinha também.

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O gel é transparente e tem alguns grãozinhos bem pequenos brancos e outros azuis, maiores. Os azuis não se dissolvem na água, mas os brancos sim. O gel é bem espesso e acaba ficando entre sua pele e os grãos, suavizando bastante o processo. Pra quem gosta de esfoliação leve, acho esse produto ideal.

Eu, sinceramente, preferia uma esfoliação um pouco mais intensa, mas essa mais leve é boa porque dá para fazer mais vezes na semana. Como o produto não promete ação intensa ou profunda acho que está de acordo com o esperado.

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O preço é muito bom, R$ 13,90 por 75g. Agora eles têm uma embalagem nova, a minha é a antiga, de 70g. Acho o custo benefício bom, mas eu particularmente prefiro esfoliantes mais abrasivos e potentes.

Qual o esfoliante que vocês gostam?

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Beijos

Shampoo Phytoervas – Gengibre

Oi gente,

Hoje quero falar do shampoo que estou usando, Phytoervas de gengibre para controle de oleosidade.

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Já falei pra vocês que desde que platinei o cabelo comecei a usar shampoo sem sulfato pra cuidar melhor dos fios e agredir menos. Pois é, comecei usando o de jaborandi e gosto muito dele, mas como meu cabelo é oleoso, decidi experimentar esse de gengibre que promete controle de oleosidade. Engraçado que os dois tem a embalagem verdinha.

Bom, ele promete um controle maior da oleosidade e eu achei que ele limpa bem sim, e faz uma espuma considerável, principalmente considerando que não tem sulfato. Mas não achei que limpa melhor que o de jaborandi ou que realmente controla a oleosidade.

É um produto que, além de não ter sal ou sulfato, também não tem corantes nem parabenos, bom para quem tem alergia a corante e não usa parabenos. O cheiro dele é bem gostoso, de menta, o que dá também uma sensação refrescante. Mas o cheiro não fica no cabelo depois do banho. Talvez se eu não usasse condicionador depois o cheiro ficasse, mas nunca experimentei. Ou talvez se eu usasse o condicionador da mesma linha. Além do gengibre e da menta, o shampoo tem também sálvia e alecrim como aliados na limpeza.

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Planejo sim continuar comprando esse shampoo porque ele não resseca ou danifica os fios e também porque nunca encontrei um shampoo que realmente controlasse a oleosidade ou que eu pudesse espaçar mais minhas lavagens. Ele também não é muito caro, o preço varia dependendo do lugar, mas em geral encontro por algo perto de R$15,00, às vezes um pouco mais, às vezes menos.

A Phytoervas tem várias linhas e acho que todas são sem sulfato, acho que futuramente vou experimentar outras linhas. No site da marca é possível fazer um teste para ver a linha ideal para você dependendo do seu tipo de cabelo. Depois de fazer o teste fiquei com vontade de experimentar a linha de lima da pérsia, o antirresíduos da marca.

Já usaram alguma coisa dessa marca? O que acharam?

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Beijos

Passeando – entre o Gravatá e a Joaquina

Oi gente,

Hoje quero falar de mais um passeio, mais uma praia em Floripa, uma praia bem pequena entre o Gravatá e a Joaquina.

praia de perto

Eu não sei o nome da praia, ela e bem pequena e bem escondida. A gente chega nela por uma trilha que sai da estrada que dá acesso à Joaquina. É uma trilha bem escondida, precisa de alguém que conheça pra indicar.

A trilha é bem curta e tranquila, temos que subir e depois descer o morro, e aí chegamos na praia. Parte da trilha é meio descampada, então imagino que no verão a parte final da subida na ida possa ser um pouco cruel. Mas é uma trilha realmente rápida, em menos de 30 minutos chegamos à praia.

cogumelos

Logo antes de realmente chegar chegamos a um gramado de onde se tem uma vista maravilhosa e já é um ótimo lugar para aproveitar, tomar sol e apreciar a vista. Descendo mais um pouco temos a praia. Quando fomos a maré estava subindo, então não tinha areia, apenas pedras na beira d´água. Como não íamos entrar na água (o dia estava quente, mas ainda é inverno) isso não atrapalhou em nada, mas parece que na maré baixa tem areia e uma praia normal. Perto da praia tem um riachinho. Não dá pra se banhar nele, mas dá pra molhar os pés.

Praia vista de cima

Praia vista de cima

Um problema é a quantidade de lixo que encontramos por lá. Como ela é bem escondida, claro que não há recolhimento desse lixo, então vimos diversos potes e garrafas nas pedras. Nesta época do ano, em Florianópolis, podemos, muitas vezes, enxergar a baleia franca que migra para esses lados no inverno. Se der sorte pode ver as baleias passando na frente da praia. Eu não cheguei a ver, mas meus amigos sim. Procure por algo que parece uma grande pedra que se mexe, ficando na superfície e voltando para o fundo, reaparecendo sempre um pouco mais a frente.

A vista que temos a partir do gramado, olhando para o lado oposto ao da praia.

A vista que temos a partir do gramado, olhando para o lado oposto ao da praia. Bem no fundo dá pra ver a Ilha do Campeche

O passeio é muito lindo e vale muito a pena, mesmo no inverno, se o dia for bonito e o vento não estiver tão forte, vale a visita. Só tem que encontrar alguém que conheça essa praia.

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Beijos

Fotografia – Colocando em prática #3

Oi gente,

Mais um colocando em prática.

cristo

Essa foto foi tirada do Mirante Dona Marta, no Rio de Janeiro e mostra um dos pontos turísticos mais famosos da cidade maravilhosa. Foto do cristo todo mundo tem, eu mesma tenho várias, mas escolhi essa por mostrar um jeito de fotografar o objeto que todo mundo fotografa sem ter a mesma foto que todo mundo tem. Ou seja, fotografar o cristo sem ficar igual todas as fotos dele. Colocando essa moldura de galhos e folhas deixei a foto diferente e única.

Como o dia estava claro e super bonito qualquer especificação que zere o fotômetro está ótima. Essa foto poderia ter sido tirada, inclusive no automático. Mesmo tendo um desfocado não precisamos nos preocupar muito com a abertura, pois a árvore está bastante perto da câmera se compararmos com o cristo. Eu não tenho as especificações que usei nessa foto, quis mostrar mesmo a ideia da moldura.

enseada

Outra foto tirada no mesmo dia e, infelizmente, também vou ficar devendo as especificações (não sei o que aconteceu com meus arquivos desse dia). Mas mais uma foto pra mostrar como deixar um retrato de algo óbvio, menos óbvio. Todo mundo tira foto da Lagoa Rodrigo de Freitas, mas nem todo mundo põe o foco na vegetação.

Uma abertura grande vai deixar o fundo mais desfocado, mas não precisa se preocupar demais. A distância entre a vegetação e o fundo já garantem o desfocado por si só, basta ajustar onde você quer que a câmera foque.

pds

Foto do pôr do sol é linda, todo mundo sabe, mas é também bem óbvia, em geral. E pra tirar a obviedade, mais uma vez eu mudei o destaque, que não é o céu, mas as plantas. Pronto, já deixou de ser igual às outras fotos de pôr do sol que eu tenho.

Dessa eu tenho as especificações. Tirei em 82mm, f/5, ISO 320 e velocidade 1/320. Pôr do sol é uma coisa que não basta zerar o fotômetro, se fizermos isso a foto vai ficar muito clara, já que você está apontando a câmera direto pro Sol e ele é muito claro, mesmo quando está se pondo.

Escolhi um ISO baixo para a foto ter bastante qualidade e a abertura máxima da lente nessa distância focal (usei uma Nikon 18-55mm f/4.5-5.6). A velocidade foi a que me “zerou” o fotômetro. Deixei o fotômetro, não no zero, mas um oi dois pontos negativos. Não tem uma regra, depende de como você acha a foto mais bonita e de como está a luz no momento. Pôr do sol a gente não pode pensar por muito tempo, pois a cada momento a luz muda e temos novas combinações. Vai testando, olhando no visor e mudando os valores até você ficar satisfeito.

É normal que, ou o céu fique muito claro ou as coisas em volta muito escuras. Isso acontece porque a câmera não é tão boa quanto nosso olho, ela não consegue pegar tantas nuances de claridade e acaba estourando de um lado ou deixando preto do outro. Eu prefiro deixar o céu como eu gosto e as coisas ao redor mais escuras, pois acho que o céu é o destaque.

Que tal tentar tirar fotos óbvias de modo menos óbvios? Vai em um ponto turístico da sua cidade e treina outros focos, perspectivas e ângulos pra tornar a sua foto diferente.

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Beijos