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Arquivo do mês: agosto 2015

Refletindo – precisa comentar?

Oi gente,

Vim falar sobre comentários na internet.

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O mundo dos blogs cada vez cresce mais e o do Youtube também. Uma coisa que vejo aumentar muito é o número de vlogs e tags pessoais (do tipo cinquenta fatos sobre mim). Essa coisa meio reality show agrada muito e muita gente quer saber como é o dia a dia daquela pessoa, o almoço, as compras, viagens, etc.

É claro que nesse processo a pessoa acaba se expondo mais, mostrando os gostos, hábitos, onde mora, o que compra, come, veste… Naturalmente toda essa exposição traz uma sensação de proximidade entre o blogueiro/ youtuber e seu público. O problema é que, na maioria das vezes, esse público começa a se sentir íntimo demais e a vontade demais para comentar qualquer coisa, inclusive coisas ofensivas. Não estou falando de trolls, mas de gente que realmente segue e gosta do blogueiro. Essas pessoas devem, muitas vezes, achar que seus comentários são apenas uma crítica construtiva, mas além de muitas vezes faltar educação, a maior parte deles invade a privacidade do outro, opinando e se metendo em questões pessoais que não lhe dizem respeito.

Se a gente sai desse meio da Internet e olha os famosos da televisão tudo fica ainda pior. Não que seja pior de fato, mas como o alcance da televisão é maior, claro que são mais opiniões. Como eu não vejo televisão e não leio revistas ou sites que tratam de fofocas dos famosos, me limito a falar do que vejo nos comentários de posts, vídeos e fotos.

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Já cansei de ver, a pessoa está postando um produto novo, o look do dia ou até fotos de viagem e chovem comentários sobre como o cabelo está curto ou comprido demais, a nova tintura não agradou, a roupa não valorizou, a pessoa precisa emagrecer (não, não venham com argumento que é pela saúde)… Nossa, os julgamentos nunca param.

Para gente. Acompanhar uma pessoa na Internet (ou TV) não te dá o direito de sair opinando na vida dela. Críticas construtivas sobre o trabalho com certeza vão ser bem vindas (veja bem, sobre o trabalho), ofensas e opiniões sobre a vida pessoal só se forem expressamente pedidas. E mesmo assim, tenha bom senso e educação. Não é porque alguém posta uma foto que você pode sair falando que está tudo horrível.

E olha que nem falei sobre o fato da pessoa estar atrás de uma tela de computador e ter anonimato. Isso parece que deixa as pessoas mais corajosas. Não é coragem falar mal do outro, viu?

Dica: a pessoa acabou de postar uma foto mostrando algo que ela adorou e você odiou? Não comente, simples. Ela está feliz com o produto novo ou sua aparência e isso basta (ou deveria), não diga que ela não deve usar ou fica feia com aquilo, ninguém pediu sua opinião. Claro que se ela faz uma resenha de um produto você pode discordar e dizer o que achou. Aí está a diferença entre falar do trabalho e da vida pessoal.

Vocês costumam ver muitos comentários sem noção?

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Beijos

Colocando em prática #4 – pôr do sol

Oi gente,

Mais um colocando em prática temático. Dessa vez com o tema pôr do sol ou entardecer.

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Essa foto foi tirada em Brasília. O pôr do sol é um momento em que temos menos luz do que durante o dia, mas ainda temos o sol bem visível, muitas vezes aparecendo na foto. A tendência do modo automático é interpretar que temos muita luz, mas mesmo assim onde está o Sol a foto fica estourada. O céu em geral fica muito claro e o restante da foto fica ok ou o céu fica ok, mas o restante fica bem escuro, às vezes preto. A maior parte das fotos de celular acaba sendo assim.

Por isso é melhor usar a câmera no modo manual. Sempre aponto para medir a luz no céu (mas se o Sol estiver aparente, não nele nem muito perto) e deixo a foto subexposta, ou seja, escura. Com a foto mais escura conseguimos realçar bem as cores do céu. Nesta foto usei a lente Nikon 18-55mm f/3.5-5.6 em 55mm que foi onde encontrei esse enquadramento. Deixei o f/ 5.6 que é o menor da lente nessa distância focal e o ISO em 200. É um ISO bem baixo e eu poderia ter subido mais para usar uma velocidade mais alta, já que usei 1/40 segundos. Mas eu evito ao máximo subir o ISO porque não gosto mesmo dos ruídos. Sei que ISO 200 é bem baixo, mas como deu para segurar a velocidade sem tremer, preferi não aumentar.

A velocidade 1/40 ficou boa, sem tremer, mas menos do que isso, em 55mm eu não me garanto muito, pois não tenho a mão tão firme. Não sei dizer exatamente como estava o fotômetro, mas certamente -1 ou -2.

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Essa foto é de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, uma cidadezinha bem perto de Natal. Na verdade a foto é em Tourinhos, lugar com pôr do sol lindo perto de Gostoso. Mais uma vez deixei o fotômetro no negativo.

Para esta foto usei a lente Nikon 55-200mm f/4.5-5.6 em 92mm, onde achei o melhor enquadramento. O f/5 é também o menor possível para essa distância focal nessa lente. Botei o ISO um pouco mais alto do que na foto anterior, em ISO 320, mas não me arrisquei a subir muito não. A velocidade acabou ficando mais alta 1/320 segundos.

Dá pra perceber que esse pôr do sol era mais claro que o anterior. A abertura é praticamente a mesma, o ISO dessa segunda foto é um pouco mais alto, mas a velocidade está bem maior e a distância focal (que também dá diferença na entrada de luz) também é maior.

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Foto tirada em Floripa mesmo, é a diferente do grupo, já que não há pôr do sol efetivamente. Ela foi tirada na hora do crepúsculo, mas não foi voltada para o oeste (oeste é onde o Sol se põe).

A foto foi tirada com a lente Sigma 18-35mm f/1.8 em 35mm. Essa lente é a minha preferida junto com a Nikon 50mm f/1.8, mas embora a Sigma seja bem maior, é mais versátil. Mantive o ISO baixo de sempre em ISO 320, a abertura em f/3.5 e a velocidade em 1/50 segundos, uma velocidade bem razoável para os 35mm escolhidos. Escolhendo essas medidas eu acabei subexpondo a foto e fazendo um efeito mais escuro do que o que meus olhos estavam vendo no momento.

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Beijos

Arroz de forno rápido

Oi gente,

Não sou uma pessoa que ama cozinhar, mas às vezes ou a gente cozinha ou fica com fome, né? E comer eu amo.

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Por não amar cozinhar eu gosto bastante de fazer coisas práticas que não deem muito trabalho nem sujem muita louça. Muito às vezes me arrisco em coisas menos óbvias, o meu normal é juntar muitos ingredientes e fazer um prato só que já sirva como proteína, carboidrato e salada. E é um prato assim que vou mostrar hoje.

Eu chamo de arroz de forno, mas sei que muita gente chama de arroz de forno algo bem mais elaborado do que isso.

Ingredientes:

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Não tenho uma lista de ingredientes certinha nem quantidades definidas. Eu sempre gosto de improvisar e cada vez fica diferente. Mas vamos ao que eu usei dessa vez.

Arroz. Sabe aquele arroz de ontem que sobrou? Excelente. Confesso que já fiz arroz só pra fazer arroz de forno porque amo, mas não é o mais comum. Costumo pegar o que baste pra eu comer. Dessa vez meu arroz já foi feito com tomate, mas se não, acrescento tomates picadinhos.

Requeijão. Umas duas ou três colheres.

Queijo. Pode ser o queijo que tiver em casa ou mais de um queijo. Eu usei uma parte ralada e algumas fatias pra por em cima e gratinar.

Verduras e legumes. Meus preferidos pra esse arroz são cenoura, pimentão e tomate. Como o arroz já tinha tomate, coloquei só cenoura e pimentão. Ralei a cenoura e piquei o pimentão em cubinhos, mas você coloca o que gostar e tiver na geladeira.

Peito de frango. Essa acho que é a parte que mais vario, pego alguma carne, pode ser presunto, salame, peito de peru, pedaços de carne, carne assada, salsicha, linguiça… Dessa vez peguei peito de frango, temperei com limão e sal e passei na frigideira. Depois piquei em cubinhos.

Mode de fazer:

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Não tem nada mais simples, primeiro eu misturo o requeijão no arroz até ficar bem homogêneo. Já faço isso em um pote ou pirex que possa ir no forno.

Depois vou misturando as outras coisas, a cenoura, pimentão, frango e queijo ralado. Aqui é a hora de você ver as quantidades, achou que tem pouca cenoura? Rala mais. Coloque até ficar satisfeito.

Aí só colocar o queijo em fatias por cima e levar no forno.

Como nada precisa cozinhar, eu deixo em fogo médio pra não correr o risco de queimar por fora e ficar frio dentro. O tempo vai depender do teu forno, mas é só ver o queijo, quando ele estiver bem derretido, está pronto.

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Simples de fazer, razoavelmente rápido e fica uma delícia. Além disso, ainda é totalmente personalizável e você pode acrescentar o que quiser.

Vocês também têm receitas assim simples e gostosas? Coloquem nos comentários.

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Beijos

Gel esfoliante facial – Panvel Faces

Oi gente,

Mais ou menos três vezes por semana gosto de esfoliar meu rosto.

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Há mais ou menos um mês o esfoliante que eu usava acabou e comprei um novo na Panvel, rede de farmácias do sul do país. O produto promete limpar e renovar a pele removendo as células mortas. Promete uma pele mais lisa e macia.

Eu gosto de usar o esfoliante depois do gel de limpeza porque se não tenho a sensação de que estou esfregando a sujeira no rosto. E depois do banho eu uso o hidratante facial.

A primeira vez que fui esfoliar o rosto com esse produto achei que não ia dar certo. A base dele é um gel transparente bem consistente, então achei que ia deixar meu rosto ainda mais oleoso. Mas quando enxaguei o rosto me surpreendi, minha pele estava bem lisinha e com a sensação de sequinha também.

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O gel é transparente e tem alguns grãozinhos bem pequenos brancos e outros azuis, maiores. Os azuis não se dissolvem na água, mas os brancos sim. O gel é bem espesso e acaba ficando entre sua pele e os grãos, suavizando bastante o processo. Pra quem gosta de esfoliação leve, acho esse produto ideal.

Eu, sinceramente, preferia uma esfoliação um pouco mais intensa, mas essa mais leve é boa porque dá para fazer mais vezes na semana. Como o produto não promete ação intensa ou profunda acho que está de acordo com o esperado.

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O preço é muito bom, R$ 13,90 por 75g. Agora eles têm uma embalagem nova, a minha é a antiga, de 70g. Acho o custo benefício bom, mas eu particularmente prefiro esfoliantes mais abrasivos e potentes.

Qual o esfoliante que vocês gostam?

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Beijos

Shampoo Phytoervas – Gengibre

Oi gente,

Hoje quero falar do shampoo que estou usando, Phytoervas de gengibre para controle de oleosidade.

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Já falei pra vocês que desde que platinei o cabelo comecei a usar shampoo sem sulfato pra cuidar melhor dos fios e agredir menos. Pois é, comecei usando o de jaborandi e gosto muito dele, mas como meu cabelo é oleoso, decidi experimentar esse de gengibre que promete controle de oleosidade. Engraçado que os dois tem a embalagem verdinha.

Bom, ele promete um controle maior da oleosidade e eu achei que ele limpa bem sim, e faz uma espuma considerável, principalmente considerando que não tem sulfato. Mas não achei que limpa melhor que o de jaborandi ou que realmente controla a oleosidade.

É um produto que, além de não ter sal ou sulfato, também não tem corantes nem parabenos, bom para quem tem alergia a corante e não usa parabenos. O cheiro dele é bem gostoso, de menta, o que dá também uma sensação refrescante. Mas o cheiro não fica no cabelo depois do banho. Talvez se eu não usasse condicionador depois o cheiro ficasse, mas nunca experimentei. Ou talvez se eu usasse o condicionador da mesma linha. Além do gengibre e da menta, o shampoo tem também sálvia e alecrim como aliados na limpeza.

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Planejo sim continuar comprando esse shampoo porque ele não resseca ou danifica os fios e também porque nunca encontrei um shampoo que realmente controlasse a oleosidade ou que eu pudesse espaçar mais minhas lavagens. Ele também não é muito caro, o preço varia dependendo do lugar, mas em geral encontro por algo perto de R$15,00, às vezes um pouco mais, às vezes menos.

A Phytoervas tem várias linhas e acho que todas são sem sulfato, acho que futuramente vou experimentar outras linhas. No site da marca é possível fazer um teste para ver a linha ideal para você dependendo do seu tipo de cabelo. Depois de fazer o teste fiquei com vontade de experimentar a linha de lima da pérsia, o antirresíduos da marca.

Já usaram alguma coisa dessa marca? O que acharam?

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Beijos

Passeando – entre o Gravatá e a Joaquina

Oi gente,

Hoje quero falar de mais um passeio, mais uma praia em Floripa, uma praia bem pequena entre o Gravatá e a Joaquina.

praia de perto

Eu não sei o nome da praia, ela e bem pequena e bem escondida. A gente chega nela por uma trilha que sai da estrada que dá acesso à Joaquina. É uma trilha bem escondida, precisa de alguém que conheça pra indicar.

A trilha é bem curta e tranquila, temos que subir e depois descer o morro, e aí chegamos na praia. Parte da trilha é meio descampada, então imagino que no verão a parte final da subida na ida possa ser um pouco cruel. Mas é uma trilha realmente rápida, em menos de 30 minutos chegamos à praia.

cogumelos

Logo antes de realmente chegar chegamos a um gramado de onde se tem uma vista maravilhosa e já é um ótimo lugar para aproveitar, tomar sol e apreciar a vista. Descendo mais um pouco temos a praia. Quando fomos a maré estava subindo, então não tinha areia, apenas pedras na beira d´água. Como não íamos entrar na água (o dia estava quente, mas ainda é inverno) isso não atrapalhou em nada, mas parece que na maré baixa tem areia e uma praia normal. Perto da praia tem um riachinho. Não dá pra se banhar nele, mas dá pra molhar os pés.

Praia vista de cima

Praia vista de cima

Um problema é a quantidade de lixo que encontramos por lá. Como ela é bem escondida, claro que não há recolhimento desse lixo, então vimos diversos potes e garrafas nas pedras. Nesta época do ano, em Florianópolis, podemos, muitas vezes, enxergar a baleia franca que migra para esses lados no inverno. Se der sorte pode ver as baleias passando na frente da praia. Eu não cheguei a ver, mas meus amigos sim. Procure por algo que parece uma grande pedra que se mexe, ficando na superfície e voltando para o fundo, reaparecendo sempre um pouco mais a frente.

A vista que temos a partir do gramado, olhando para o lado oposto ao da praia.

A vista que temos a partir do gramado, olhando para o lado oposto ao da praia. Bem no fundo dá pra ver a Ilha do Campeche

O passeio é muito lindo e vale muito a pena, mesmo no inverno, se o dia for bonito e o vento não estiver tão forte, vale a visita. Só tem que encontrar alguém que conheça essa praia.

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Beijos

Fotografia – Colocando em prática #3

Oi gente,

Mais um colocando em prática.

cristo

Essa foto foi tirada do Mirante Dona Marta, no Rio de Janeiro e mostra um dos pontos turísticos mais famosos da cidade maravilhosa. Foto do cristo todo mundo tem, eu mesma tenho várias, mas escolhi essa por mostrar um jeito de fotografar o objeto que todo mundo fotografa sem ter a mesma foto que todo mundo tem. Ou seja, fotografar o cristo sem ficar igual todas as fotos dele. Colocando essa moldura de galhos e folhas deixei a foto diferente e única.

Como o dia estava claro e super bonito qualquer especificação que zere o fotômetro está ótima. Essa foto poderia ter sido tirada, inclusive no automático. Mesmo tendo um desfocado não precisamos nos preocupar muito com a abertura, pois a árvore está bastante perto da câmera se compararmos com o cristo. Eu não tenho as especificações que usei nessa foto, quis mostrar mesmo a ideia da moldura.

enseada

Outra foto tirada no mesmo dia e, infelizmente, também vou ficar devendo as especificações (não sei o que aconteceu com meus arquivos desse dia). Mas mais uma foto pra mostrar como deixar um retrato de algo óbvio, menos óbvio. Todo mundo tira foto da Lagoa Rodrigo de Freitas, mas nem todo mundo põe o foco na vegetação.

Uma abertura grande vai deixar o fundo mais desfocado, mas não precisa se preocupar demais. A distância entre a vegetação e o fundo já garantem o desfocado por si só, basta ajustar onde você quer que a câmera foque.

pds

Foto do pôr do sol é linda, todo mundo sabe, mas é também bem óbvia, em geral. E pra tirar a obviedade, mais uma vez eu mudei o destaque, que não é o céu, mas as plantas. Pronto, já deixou de ser igual às outras fotos de pôr do sol que eu tenho.

Dessa eu tenho as especificações. Tirei em 82mm, f/5, ISO 320 e velocidade 1/320. Pôr do sol é uma coisa que não basta zerar o fotômetro, se fizermos isso a foto vai ficar muito clara, já que você está apontando a câmera direto pro Sol e ele é muito claro, mesmo quando está se pondo.

Escolhi um ISO baixo para a foto ter bastante qualidade e a abertura máxima da lente nessa distância focal (usei uma Nikon 18-55mm f/4.5-5.6). A velocidade foi a que me “zerou” o fotômetro. Deixei o fotômetro, não no zero, mas um oi dois pontos negativos. Não tem uma regra, depende de como você acha a foto mais bonita e de como está a luz no momento. Pôr do sol a gente não pode pensar por muito tempo, pois a cada momento a luz muda e temos novas combinações. Vai testando, olhando no visor e mudando os valores até você ficar satisfeito.

É normal que, ou o céu fique muito claro ou as coisas em volta muito escuras. Isso acontece porque a câmera não é tão boa quanto nosso olho, ela não consegue pegar tantas nuances de claridade e acaba estourando de um lado ou deixando preto do outro. Eu prefiro deixar o céu como eu gosto e as coisas ao redor mais escuras, pois acho que o céu é o destaque.

Que tal tentar tirar fotos óbvias de modo menos óbvios? Vai em um ponto turístico da sua cidade e treina outros focos, perspectivas e ângulos pra tornar a sua foto diferente.

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Beijos

Refletindo – expectativas

Oi gente,

Desde que a gente nasce um monte de expectativas são postas em cima de nós.

Nada de ser humano, quero ser uma capivara de boa na lagoa!

Nada de ser humano, quero ser uma capivara de boa na lagoa!

Meu filho tem um ano e ainda não anda, é normal? Tem dois e não fala, levo no médico? Esperam que a gente vá na escola, faça amigos, aprenda as matérias, escolha uma carreira, namore algumas pessoas, case, tenha filhos, netos, se aposente… É tanta expectativa que fica bem fácil não se encaixar em alguma coisa e gerar frustração. E nem sempre a frustração é dos outros. A gente também tem esperanças que, por nem sempre serem cumpridas, nos frustram.

E quando alcançamos alguma coisa a gente comemora, passa um tempo feliz,  mas logo já vem uma nova cobrança, uma nova expectativa. Não basta andar quando os amiguinhos andam, tem que falar na “época certa” também. Muitas vezes a gente naturaliza tanto essas conquistas ou objetivos, que nem pensamos se realmente isso é o que nós queremos e desejamos. É claro que você é heterossexual, lógico que sonha em encontrar sua alma gêmea, como assim não quer filhos? E é bem comum essas afirmações receberem a resposta “é só uma fase”, como quem diz, logo você esquece essas ideias malucas que desafiam o que todo mundo quer e volta a ser normal.

Não preciso de companhia pra viajar. Beco do Batman, São Paulo/SP

Não preciso de companhia pra viajar. Beco do Batman, São Paulo/SP

Nem sempre é só uma fase, ou se for, porque uma fase é menos importante que a outra? A gente tende a só dar importância para o que a gente acha que é certo, só o que é bem aceito é o caminho certo que deve ser seguido. Vamos refletir. Não tem nada de mal em sonhar com seu casamento, ou em ter filhos ou o trabalho dos sonhos, mas também não tem problema se você não sonhar com nada disso. Acho importante pensar realmente o que você quer e o que você aceita naturalmente. E lutar e se esforçar pelo que é seu desejo, não desejo do seu pai, amigo ou sociedade.

Não tem problema não gostar da brincadeira, do brinquedo ou do desenho que todo mundo gosta, tudo bem a menina gostar de carrinho, o menino de boneca ou de qualquer brinquedo. Tudo bem se sentir a vontade com a roupa que te mandam colocar e tudo bem não se sentir também. Não precisamos nem devemos seguir modelos pré concebidos, podemos escolher o que queremos seguir. Claro, vivemos em sociedade, temos que levar as leis e regras em consideração, não dá pra não trabalhar (na maioria das vezes), escolher ser rico, ou não pagar as contas. Não quero dizer que basta querer e se esforçar para alcançar qualquer coisa Quero dizer que muitas vezes deixamos de escolher por ser mais fácil seguir o que todos esperam de nós, deixamos de lutar pelo que queremos. E também vamos tomar cuidado na hora de julgar outras pessoas que optam pelo diferente. Dá, inclusive, pra tentar entender e aprender muito com quem pensa diferente da gente.

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Beijos

Psicose – Alfred Hitchcock

Oi gente,

Decidi fazer um post sobre um filme clássico, mas que eu nunca tinha visto. Psicose, de Alfred Hitchcock.

Janet Leigh in Psycho

Quase todo mundo já viu essa foto da Marion Crane e ouviu a trilha sonora, mas até então eu nunca tinha visto o filme. É um suspense/ terror de 1960, então temos que lembrar que o filme já tem 65 anos e muita coisa mudou no cinema, principalmente a velocidade (e as cores, já que Psicose é em preto e branco).

É um filme muito bom para quem gosta desse estilo. Eu particularmente gosto muito de filmes de suspense, terror tenho controvérsias. Não gosto de filmes puramente de sustos e cenas horríveis (muito sangue, gente mutilada, etc, acho muito melhor quando deixamos as coisas subentendidas) nem, em geral, de cenas muito sobrenaturais. Esse filme é o tipo de suspense que eu gosto.

norman bates

Conta a história de Marion Crane, que rouba 40 mil dólares em seu trabalho e decide fugir para se encontrar com o namorado, com quem espera casar e construir uma vida. Durante a fuga ela decide passar uma noite em um hotel e é atendida por Norman Bates, dono do hotel, que mora com sua mãe, uma mulher idosa e inválida, que exerce muito controle sobre Norman.

Mas, ao contrário do que Marion esperava, sua noite não é tranquila e segura. Ela é assassinada pela mãe de Bates na cena clássica pela qual o filme é mundialmente reconhecido. A partir daí se segue a investigação pelo paradeiro de Marion. Nessa cena fica bem claro que a trilha sonora é essencial para construir a atmosfera de tensão, mas a música se faz presente durante todo o filme, contribuindo sempre nesse sentido.

O filme realmente causa uma grande tensão e possui algumas cenas assustadoras (mas não horríveis), mas é um filme bastante lento. O ritmo é muito diferente dos filmes de hoje, então se passam vários minutos entre um acontecimento e outro, o que pode se tornar cansativo para o público atual. Eu também achei o filme bem lento e, por vezes, até cansativo, mas precisamos levar em conta o contexto (1960). O desfecho é surpreendente, mas ao longo do filme podemos perceber diversas pistas que apontam para o final. Mesmo imaginando qual poderia ser o desenlace da trama, é surpreendente a forma como é construída e como chegamos ao final sem pontas soltas ou fatos sem explicação.

Fiquei com vontade de rever os filmes que já vi do mestre do suspense e assistir os que ainda não vi. Quais seus diretores favoritos do cinema? Gostam do Hitchcok?

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Beijos

Passeando – Ilha Fiscal

Oi gente,

Mesmo quando moramos anos em uma cidade tem lugares que ainda são novidade, né? O passeando de hoje é no Rio de Janeiro.

ilha fiscal 2

Pois é, morei por 26 anos no Rio e nunca tinha ido à Ilha Fiscal. Assim que ela foi aberta para visitação tentei ir com meus pais umas duas vezes, mas a procura era muito grande e nunca tinha senha pra gente. Aí os anos passaram e eu nunca mais tentei ir. Tinha vontade, achava aquele castelinho lindo, mas sempre deixava pra depois.

Quando decidi sair do Rio pensei nos lugares que queria visitar antes de ir e a Ilha fiscal estava entre eles, mas acabou não dando tempo. Bom, sempre que visito o Rio esse lugar é alvo dos meus planos, mas sempre acabo não conseguindo ir. Pois bem, na última vez que estive lá consegui um tempo para visitar a ilha.

O ingresso deve ser comprado no museu da marinha (que mudou de lugar, continua na Praça XV, mas do outro lado dela, perto da ALERJ), custa R$25,00 e tem meia para estudante. Aí eles pedem para estarmos no local 10min antes para começar o passeio pontualmente. De lá vamos andando até o antigo museu da marinha, onde pegamos o barco que nos leva até a ilha. Existe uma ponte até lá, então se houver qualquer problema com o barco, ele é substituído por ônibus. As visitas podem ser feitas de quinta a domingo em três horários, 12:30h, 14h e 15:30h e duram cerca de 2h.

vista

Eu fiz a visita no sábado e era um grupo bem grande, cerca de 70 pessoas. A visita é toda guiada, então se o grupo for grande, chegando na ilha eles dividem em dois grupos menores. Bom, o castelinho é lindo e dele temos também uma vista do aeroporto Santos Dumont e do Pão de Açúcar. A visita percorre diversas salas por dentro, duas delas estão decoradas com objetos da época final do império e réplicas, inclusive tem um filme que fala de diversos aspectos ligados ao último baile do império. Nas outras vemos exposições ligadas à marinha, mas não à época do Império. Podemos visitar também uma torre e olhar pinturas, teto e piso originais.

A visita é legal e acho que valeu a pena, principalmente, porque eu sempre quis visitar, mas achei que a parte interna deixou bastante a desejar. Muitas coisas não têm absolutamente nada a ver com a época do império, eu acharia mais apropriado que estivessem no museu da marinha. Mesmo a parte que é decorada de acordo com o baile não achei tão sensacional assim, pra mim valeu mesmo pelo castelo, por ver a construção de perto. A nossa guia era bem legal e em momento nenhum nos forçou a andar junto do grupo ou a apressar o passo, então confesso que, após as primeiras salas (que eram as decoradas de acordo com o império) acabei não acompanhando as explicações dela.

ilha fiscal 1

Lugares bonitos e famosos da nossa cidade que acabamos nunca visitando, vocês também têm desses? Contem nos comentários. Para me acompanhar, siga meu Instagram e a página do Facebook. Para receber os posts no seu e-mail, só seguir o blog.

Beijos