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Arquivo da tag: Rio de Janeiro

Passeando – Biblioteca Parque Estadual

Oi gente,

Quero falar pra vocês de um lugar maravilhoso pra conhecer aqui no Rio, a Biblioteca Parque Estadual.

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Já faziam algum tempo que em frente à Central do Brasil, ao lado do Campo de Santana havia uma obra que prometia uma grande e linda biblioteca. Na verdade era reforma de uma biblioteca que já existia, mas não era muito usada. Obras são demoradas, a gente sabe, mas eventualmente elas ficam prontas e foi o que aconteceu em 2014, se não me engano. Um prédio bem grande em plena Avenida Presidente Vargas cheio de livros e espaços para ler.

Eu ainda demorei um tempo para conhecer, mas quando fui lá a primeira vez fiquei encantada. É um espaço bem grande, muito bem iluminado, bem dividido e, o mais importante, muito democrático. E isso com certeza foi o que mais me impressionou (positivamente).

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Quando você chega tem logo um balcão para dar informações e guardar as bolsas e mochilas caso sejam grandes. Basta dar um documento com foto, qualquer documento com foto, que você terá direito a uma chave de armário para guardar suas coisas. Vi várias crianças mostrando o cartão de gratuidade do ônibus (para estudantes de escola pública), então não precisa ser identidade. E aí pode percorrer todos os andares sensacionais e cheios de livros.

Os livros são divididos por tema, e são muitos temas presentes, história, filosofia, arquitetura, quadrinhos, literatura, infantis… Os livros todos estão ao nosso alcance, então basta escolher um, retirar da estante e começar a ler, sem nenhum tipo de burocracia ou intermediários. Eles só pedem que a gente não guarde o livro, mas deixe em cima da mesa para que eles mesmos guardem. Isso é muito importante para manter a ordem e não perder nenhum exemplar, afinal, um livro que se guarda errado pode demorar muito tempo pra ser encontrado, enquanto isso, ninguém usa.

Mesas e estantes, tudo ao alcance dos visitantes.

Mesas e estantes, tudo ao alcance dos visitantes.

Claro que eu encontrei alguns livros colocados em lugares errados, fora da ordem alfabética proposta, talvez a ideia de não tentar recolocar os livros na estante deva ser reforçada, mas eu acho sensacional deixar a população ter acesso direto aos livros. E aí você pega o livro e pode escolher alguma das poltronas ou mesas para ler, tem bastante espaço mesmo, inclusive várias mesas com iluminação individual e tomadas pra você poder levar seu laptop e trabalhar por lá.

Se você preferir pode também levar o livro emprestado. Eu nunca levei nenhum, mas sei que é possível, basta fazer um cadastro levando os documentos pedidos (documento oficial com foto e comprovante de residência) e já pode levar até dois livros pra casa e ficar com eles até 15 dias. Ainda é possível renovar o empréstimo duas vezes, presencialmente ou pela Internet. Caso haja atrasos, não há multa cobrada, mas você fica impossibilitado de pegar livros pelo mesmo número de dias que atrasou.

TV e sofá pra ver filmes

TV e sofá pra ver filmes

Além dos livros existe um espaço de viodeoteca com diversos títulos de filmes. Os filmes não podem ser levados pra casa, mas há diversas cabines com TV e sofá pra assistir. Cada pessoa tem direito a um filme por dia e cada cabine comporta duas pessoas. No horário de almoço é comum as cabines estarem cheias, bastante gente vai pra lá curtir um filme. Há ainda computadores para serem usados por crianças e adolescentes e estão quase sempre lotados. Nas vezes em que eu fui as crianças ocupando os computadores eram, em sua grande maioria, crianças carentes, algumas, inclusive, carregavam balas ou chicletes que iam revender pelo Centro. Acho muito importante democratizar o acesso aos livros e computadores (hoje em dia quem não sabe acessar um computador fica completamente marginalizado) e acho que essa biblioteca faz exatamente isso, democratiza.

Existe ainda um espaço externo bem agradável, locais para exposições, uma lanchonete, auditórios e espaços de pesquisa. Sei que a Biblioteca tem também uma programação de atividades para diversos públicos e está tudo divulgado no site.

Espaço externo.

Espaço externo.

O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 11h às 19h. Vale muito a pena, só não se esquece do casaco, viu? Mesmo nos dias de calor o ar condicionado fica bastante forte.

Já conhece essa biblioteca ou tem alguma imperdível na sua cidade? Me conta nos comentários.

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Beijos

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Passeando – Parque das Ruínas

Oi gente,

O passeando de hoje é bem especial, quem me acompanha no Instagram (é @juliakubrusly segue lá) já viu que quarta fui no Parque das Ruínas.

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O Parque das Ruínas é um parque em Santa Teresa, um bairro do Rio de Janeiro e é um lugar que conheço desde criança, por isso tão especial. A construção foi feita para ser uma casa, casa de Laurinda Santos Lobo, uma mecenas da Belle Époque. Em 1997 a construção foi toda restaurada e aberta ao público. Claro que o nome do parque não é atoa, a construção foi sim restaurada, mas manteve as ruínas aparentes em grande parte do prédio misturadas a estruturas metálicas e de vidro.

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O parque é muito bonito e a construção também, mas não podemos esquecer a vista. Subindo no último andar da casa podemos ver grande parte do centro do rio e também da zona sul, incluindo a enseada de botafogo e o pão de açúcar. É um ponto turístico que atrai muitos visitantes, tanto do Brasil quanto de outros países.

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O parque sedia também muitos eventos, peças de teatro, exposições, feiras, eventos musicais, etc. Pra conferir a programação é bom dar uma olhada na página deles. No parque existe também uma passagem para o prédio vizinho, o Museu Chácara do Céu, quem sabe não falo dele num um post futuro. O parque conta ainda com um quiosque/ café para quem quiser comer ou beber algo.

Da exposição que tinha no dia.

Da exposição que tinha no dia.

Eu acho que vale a visita ao parque mesmo que não haja nenhum evento especial, apenas para apreciar a vista e desfrutar de tranquilidade. Inclusive porque nos dias em que não há grandes acontecimentos o local fica bem mais tranquilo e bem melhor pra relaxar. Ele abre diariamente, com exceção de segunda, das 10h às 20h.

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Beijos

Sobre um ano em Floripa – estranhamentos

Oi gente,

Hoje faz uma semana que voltei pro Rio depois de um ano morando em Floripa. São duas cidades com várias semelhanças, mas também muitas diferenças, por isso hoje quero contar para vocês o que mais estranhei quando morei na Ilha da Magia.

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Floripa é uma cidade muito menor que o Rio, não dá nem pra comparar, tem menos de 500mil habitantes (461524 segundo a Wikipédia) e o Rio mais de 6 milhões (6453682 segundo a Wikipédia), então claro que algumas diferenças estão diretamente ligadas a isso.

Transporte público – ônibus

Eu não tenho carro, não dirijo, então sempre dependo de transporte público. O transporte no Rio é horrível, difícil imaginar pior, mas Floripa ganha essa disputa. Bom, apesar da maior parte da cidade de Florianópolis ser uma ilha, o transporte principal é o ônibus. Existe sim um ou outro trajeto feito por barco, mas ele é muito pouco utilizado (a não ser para o turismo). Pois bem, os ônibus são todos bem organizados, existem terminais em diversas partes da cidade onde você pode trocar de ônibus sem pagar uma nova tarifa e todos os ônibus têm horários que, na maior parte das vezes, são cumpridos.

Era de se imaginar que tudo funcionasse bem, certo? Pois é, mas não é bem assim. E o problema maior é que existem poucos ônibus nas ruas e também poucas linhas. É bem comum termos que pegar três ônibus para ir de um lugar ao outro. Mas isso não seria problema se não houvesse espera no terminal. Mas há, e muita. Reza a lenda de que os ônibus são meio sincronizados para que não haja tanta espera, mas aí basta um pequeno atraso no primeiro ônibus que pronto, lá se vai toda a sincronia. Na hora do rush, de manhã e no fim da tarde, até temos mais opções de ônibus, diversas linhas saem de dez em dez minutos e perder um pode não significar um grande atraso, mas vai perder um ônibus no meio da tarde. Não é razoável, mas é super comum um intervalo de 40, 50 minutos entre um carro e o próximo.

Fora isso, tudo funciona bem, existe um aplicativo ótimo para Android feito por usuários (o Bus maps Floripa) que indica horários, rotas e até te ajuda com as linhas que saem de determinado lugar e vão a outro que você deseje. Se mantivesse a organização, aumentasse o número de linhas e diminuísse os intervalos, ficaria perfeito.

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– táxi

Ainda nos transportes, quem vem de uma cidade como o Rio, acostumado a ver uma multidão de carros amarelinhos em qualquer lugar, vai estranhar muito como tem pouco táxi em Florianópolis. Mas tem bem menos habitantes, né? Claro, tem que ter menos táxi mesmo. O problema é no verão, vem muito turista, o número de pessoas dobra e o número de táxis se mantém. Fica difícil encontrar algum vazio na rua.

Trânsito

Durante a maior parte do ano “peguei o maior trânsito” soa bem ridículo quando comparamos com qualquer engarrafamento do Rio, mas isso é bem óbvio, de novo os tamanhos das cidades são muito diferentes. Mas o que me irritava eram os motivos dos engarrafamentos. A maior parte deles é causado por uma rotatória ou pistas únicas que, por algum motivo, ainda não foram duplicadas. Embora seja uma cidade média, ela cresceu muito nos últimos anos e não tem infraestrutura  pra quantidade de carros que têm. Claro que o transporte público ser horrível ajuda muito, todo mundo quer ter carro. Nunca peguei nada lá que se comparasse nem de longe a uma Avenida Brasil de 18h, mas sempre dava raiva saber que a culpa era só de uma rotatória. Claro, no verão o trânsito fica bem pior, principalmente indo para as praias de manhã e voltando no fim da tarde.

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Pequenos centros

Estranhei muito a organização de Floripa. Perto do Centro as coisas são normais, mas entre o centro e as praias mais afastadas (principalmente do norte da Ilha) existem enormes trechos vazios que em nada lembram uma capital. São trechos de estrada mesmo, muita floresta, terrenos vazios. Às vezes vemos uma ou outra loja perdida, mas no geral parece que estamos saindo de uma cidade e entrando em outra. Claro que nessas praias mais afastadas encontramos sempre um centrinho que, muitas vezes, me lembraram cidades pequenas na beira da praia. Parece que realmente estamos em uma outra cidade, mas na verdade é só um bairro mais afastado do Centro de Florianópolis.

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Segurança

Acho que esse item vai ser o que mais vai me trazer saudades. Pra quem sai de uma cidade grande e violenta como o Rio é difícil imaginar a tranquilidade e segurança de Floripa. Claro que existem lugares mais perigosos e atos de violência ocorrem sim, mas não dá pra comparar. Eu já falei que ia à praia sozinha, com câmera e largava minhas coisas na areia sem pedir pra ninguém olhar pra ir no mar. Pois é, isso não é imaginável aqui no Rio. Mesmo se eu deixasse só o chinelo, canga e roupas ia pedir pra alguém olhar e ficar meio preocupada, imagina levar a câmera, impossível. Fui a alguns lugares considerados perigosos lá no Sul, mas nunca me sentia realmente ameaçada ou insegura. Vou sentir falta.

Salgados

Sei, parece meio ridículo falar disso, mas foi algo que senti muita diferença. A maior parte dos salgados que comprei lá foram nos terminais de ônibus e eles são todos meio padronizados, acho que são comprados pré-prontos da mesma empresa. Existe alguma variedade, os fritos (que eu nunca comia porque meu estômago é cheio de frescura) e os assados que, na verdade, se resumem a um pastel de forno grande (lembra uma empanada) em diversos sabores. São bem gostosos sim, mas depois de comer algumas vezes eu enjoei, comecei a sentir falta de comer croissant (meu salgado preferido que eu nunca vou enjoar) e joelho. Não sei como chama joelho em outros lugares, vou ilustrar com uma foto, o recheio pode variar, mas o clássico é queijo e presunto. Sério, eu não aguentava mais comer aquele pastel assado e, uma vez, cheguei a pedir um croissant meio queimado e bem duro, o pior que comi na vida, só pra não ter que comer mais uma vez a empanada.

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Isso é um joelho aqui no Rio.

Acho que são os detalhes que trazem mais estranhamento, né? Aquilo que era cotidiano e, de repente, não pode mais ser.

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Beijos

63

Oi gente,

Sim, sei que andei sumida de novo, mas é que novamente passei por uma mudança, voltei a morar no Rio. Pois é, acabei não fazendo os posts que planejei de faça você mesmo porque acabei nem decorando a outra casa nem nada. Para agora não prometo nada, mas se fizer algo nos próximos meses mostro por aqui. Com todo esse clima de mudança resolvi postar o texto que um amigo escreveu.

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Praia Mole num dia lindo de inverno

O I-ching é um antigo texto chinês, mas seu conhecimento ainda é utilizado como oráculo hoje em dia. Nele, o hexagrama 63 representa o final de um ciclo. A transição da confusão para a ordem se completa, o resultante é agradável e equilibrado, mas também exige cautela. Sua imagem mostra uma caldeira com água sobre o fogo, gerando vapor: água demais e transbordará, apagando o fogo. Fogo demais e toda água se evapora.

Como alguém que cursou uma universidade ocidental, naturalmente não acredito que o i-ching deva ser utilizado cegamente como oráculo, mas acredito que metáforas são a melhor forma de expressar sentimentos, e o livro segue justamente dizendo sobre esse sentimento de ‘pós-conclusão’, fica parecendo que ainda há muito a ser feito. Isso faz muito sentido, completar algo é apenas uma pausa no processo contínuo de criação, contemplar nossos feitos por alguns instantes, sem nos deixar ofuscar pelo momento. Claro que completar um ciclo deve ter o merecido momento de satisfação, celebrar o pisar fora da caixa, literalmente sentir sua zona de conforto ampliando e, com ela, novos horizontes e possibilidades. Mas acho que a ideia final dessa passagem chinesa é que todo triunfo traz novos desafios, que devemos aproveitar o contínuo da evolução pessoal sem nos acomodar após os momentos iluminados.

Talvez o I-ching faça sucesso por causa das suas abordagens amplas e vagas? Talvez seja porque as pessoas que buscam conselhos já tenham as respostas consigo e busquem apenas confirmações e esses provérbios permitem a livre interpretação pra quem os leia. A sabedoria, afinal, estava conosco o tempo inteiro.

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Hexagrama 63 do I-ching

Ainda quero fazer um post com meus estranhamentos de Floripa, onde passei momentos maravilhosos e conheci pessoas incríveis. Mas confesso que nada barra o Rio de Janeiro.

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Beijos

Passeando – Ilha Fiscal

Oi gente,

Mesmo quando moramos anos em uma cidade tem lugares que ainda são novidade, né? O passeando de hoje é no Rio de Janeiro.

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Pois é, morei por 26 anos no Rio e nunca tinha ido à Ilha Fiscal. Assim que ela foi aberta para visitação tentei ir com meus pais umas duas vezes, mas a procura era muito grande e nunca tinha senha pra gente. Aí os anos passaram e eu nunca mais tentei ir. Tinha vontade, achava aquele castelinho lindo, mas sempre deixava pra depois.

Quando decidi sair do Rio pensei nos lugares que queria visitar antes de ir e a Ilha fiscal estava entre eles, mas acabou não dando tempo. Bom, sempre que visito o Rio esse lugar é alvo dos meus planos, mas sempre acabo não conseguindo ir. Pois bem, na última vez que estive lá consegui um tempo para visitar a ilha.

O ingresso deve ser comprado no museu da marinha (que mudou de lugar, continua na Praça XV, mas do outro lado dela, perto da ALERJ), custa R$25,00 e tem meia para estudante. Aí eles pedem para estarmos no local 10min antes para começar o passeio pontualmente. De lá vamos andando até o antigo museu da marinha, onde pegamos o barco que nos leva até a ilha. Existe uma ponte até lá, então se houver qualquer problema com o barco, ele é substituído por ônibus. As visitas podem ser feitas de quinta a domingo em três horários, 12:30h, 14h e 15:30h e duram cerca de 2h.

vista

Eu fiz a visita no sábado e era um grupo bem grande, cerca de 70 pessoas. A visita é toda guiada, então se o grupo for grande, chegando na ilha eles dividem em dois grupos menores. Bom, o castelinho é lindo e dele temos também uma vista do aeroporto Santos Dumont e do Pão de Açúcar. A visita percorre diversas salas por dentro, duas delas estão decoradas com objetos da época final do império e réplicas, inclusive tem um filme que fala de diversos aspectos ligados ao último baile do império. Nas outras vemos exposições ligadas à marinha, mas não à época do Império. Podemos visitar também uma torre e olhar pinturas, teto e piso originais.

A visita é legal e acho que valeu a pena, principalmente, porque eu sempre quis visitar, mas achei que a parte interna deixou bastante a desejar. Muitas coisas não têm absolutamente nada a ver com a época do império, eu acharia mais apropriado que estivessem no museu da marinha. Mesmo a parte que é decorada de acordo com o baile não achei tão sensacional assim, pra mim valeu mesmo pelo castelo, por ver a construção de perto. A nossa guia era bem legal e em momento nenhum nos forçou a andar junto do grupo ou a apressar o passo, então confesso que, após as primeiras salas (que eram as decoradas de acordo com o império) acabei não acompanhando as explicações dela.

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Lugares bonitos e famosos da nossa cidade que acabamos nunca visitando, vocês também têm desses? Contem nos comentários. Para me acompanhar, siga meu Instagram e a página do Facebook. Para receber os posts no seu e-mail, só seguir o blog.

Beijos

Do começo

Oi gente,

Meu nome é Julia e decidi fazer um blog. Ok, isso é bem óbvio se você já está aqui. Mas por que decidi montar esse blog? Bom, basicamente por hobby.

Eu sou carioca e sempre morei no Rio de Janeiro, mas em Agosto de 2014 acabei me mudando para Florianópolis e desde então estou aqui. Comecei a procurar emprego, consegui alguns freelas, mas ainda não tenho trabalho fixo, por isso, acabo ficando com bastante tempo livre. Foi aí que surgiu a ideia do blog.

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Eu tenho o costume de acompanhar vários blogs e, na verdade, já tinha pensado em escrever o meu próprio, mas sempre foi uma ideia distante, nunca pensei em realizar de fato. Na verdade, eu já tive um blog há uns cinco anos onde postava textos escritos por mim, mas agora a ideia é outra.

Não quero mais postar contos e textos, quero falar sobre assuntos que me interessam, fazer resenhas, conversar, ensinar, enfim. Por isso digo que esse é meu primeiro blog, porque é o primeiro para isso.

Já pensei em alguns temas que quero tratar, mas claro que outros interesses devem surgir com o tempo. Com certeza quero falar de livros e filmes, maquiagem e cabelo, fotografia, viagens, coisas do dia a dia e algumas receitas que eu gosto, principalmente de sucos e chás.

Foto: Filipe Manzoni

Foto: Filipe Manzoni

Então, nesse primeiro post, vou me apresentar um pouco. Como já disse, me chamo Julia, sou carioca e moradora de Florianópolis. Tenho 26 anos, sou formada em letras e literatura é minha paixão desde criança. Sou formada professora também, talvez daí a vontade de ensinar coisas, discutir assuntos e transmitir conhecimento.

Morava com meus pais no Rio e agora, em Floripa, estou morando com meu namorado. Então, ao mesmo tempo em que mudei de cidade, também saí da casa dos meus pais. Ainda estou conhecendo a cidade, então acho que vai ser legal levar vocês pra conhecer os lugares comigo. Se alguém for de Floripa, seria ótimo ler dicas de locais imperdíveis nos comentários e até conhecer alguém. Como disse, cheguei há pouco tempo, conheço pouca gente aqui.

Beijos