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Refletindo – expectativas

Oi gente,

Desde que a gente nasce um monte de expectativas são postas em cima de nós.

Nada de ser humano, quero ser uma capivara de boa na lagoa!

Nada de ser humano, quero ser uma capivara de boa na lagoa!

Meu filho tem um ano e ainda não anda, é normal? Tem dois e não fala, levo no médico? Esperam que a gente vá na escola, faça amigos, aprenda as matérias, escolha uma carreira, namore algumas pessoas, case, tenha filhos, netos, se aposente… É tanta expectativa que fica bem fácil não se encaixar em alguma coisa e gerar frustração. E nem sempre a frustração é dos outros. A gente também tem esperanças que, por nem sempre serem cumpridas, nos frustram.

E quando alcançamos alguma coisa a gente comemora, passa um tempo feliz,  mas logo já vem uma nova cobrança, uma nova expectativa. Não basta andar quando os amiguinhos andam, tem que falar na “época certa” também. Muitas vezes a gente naturaliza tanto essas conquistas ou objetivos, que nem pensamos se realmente isso é o que nós queremos e desejamos. É claro que você é heterossexual, lógico que sonha em encontrar sua alma gêmea, como assim não quer filhos? E é bem comum essas afirmações receberem a resposta “é só uma fase”, como quem diz, logo você esquece essas ideias malucas que desafiam o que todo mundo quer e volta a ser normal.

Não preciso de companhia pra viajar. Beco do Batman, São Paulo/SP

Não preciso de companhia pra viajar. Beco do Batman, São Paulo/SP

Nem sempre é só uma fase, ou se for, porque uma fase é menos importante que a outra? A gente tende a só dar importância para o que a gente acha que é certo, só o que é bem aceito é o caminho certo que deve ser seguido. Vamos refletir. Não tem nada de mal em sonhar com seu casamento, ou em ter filhos ou o trabalho dos sonhos, mas também não tem problema se você não sonhar com nada disso. Acho importante pensar realmente o que você quer e o que você aceita naturalmente. E lutar e se esforçar pelo que é seu desejo, não desejo do seu pai, amigo ou sociedade.

Não tem problema não gostar da brincadeira, do brinquedo ou do desenho que todo mundo gosta, tudo bem a menina gostar de carrinho, o menino de boneca ou de qualquer brinquedo. Tudo bem se sentir a vontade com a roupa que te mandam colocar e tudo bem não se sentir também. Não precisamos nem devemos seguir modelos pré concebidos, podemos escolher o que queremos seguir. Claro, vivemos em sociedade, temos que levar as leis e regras em consideração, não dá pra não trabalhar (na maioria das vezes), escolher ser rico, ou não pagar as contas. Não quero dizer que basta querer e se esforçar para alcançar qualquer coisa Quero dizer que muitas vezes deixamos de escolher por ser mais fácil seguir o que todos esperam de nós, deixamos de lutar pelo que queremos. E também vamos tomar cuidado na hora de julgar outras pessoas que optam pelo diferente. Dá, inclusive, pra tentar entender e aprender muito com quem pensa diferente da gente.

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Beijos

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