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Fotografia – Colocando em prática #3

Oi gente,

Mais um colocando em prática.

cristo

Essa foto foi tirada do Mirante Dona Marta, no Rio de Janeiro e mostra um dos pontos turísticos mais famosos da cidade maravilhosa. Foto do cristo todo mundo tem, eu mesma tenho várias, mas escolhi essa por mostrar um jeito de fotografar o objeto que todo mundo fotografa sem ter a mesma foto que todo mundo tem. Ou seja, fotografar o cristo sem ficar igual todas as fotos dele. Colocando essa moldura de galhos e folhas deixei a foto diferente e única.

Como o dia estava claro e super bonito qualquer especificação que zere o fotômetro está ótima. Essa foto poderia ter sido tirada, inclusive no automático. Mesmo tendo um desfocado não precisamos nos preocupar muito com a abertura, pois a árvore está bastante perto da câmera se compararmos com o cristo. Eu não tenho as especificações que usei nessa foto, quis mostrar mesmo a ideia da moldura.

enseada

Outra foto tirada no mesmo dia e, infelizmente, também vou ficar devendo as especificações (não sei o que aconteceu com meus arquivos desse dia). Mas mais uma foto pra mostrar como deixar um retrato de algo óbvio, menos óbvio. Todo mundo tira foto da Lagoa Rodrigo de Freitas, mas nem todo mundo põe o foco na vegetação.

Uma abertura grande vai deixar o fundo mais desfocado, mas não precisa se preocupar demais. A distância entre a vegetação e o fundo já garantem o desfocado por si só, basta ajustar onde você quer que a câmera foque.

pds

Foto do pôr do sol é linda, todo mundo sabe, mas é também bem óbvia, em geral. E pra tirar a obviedade, mais uma vez eu mudei o destaque, que não é o céu, mas as plantas. Pronto, já deixou de ser igual às outras fotos de pôr do sol que eu tenho.

Dessa eu tenho as especificações. Tirei em 82mm, f/5, ISO 320 e velocidade 1/320. Pôr do sol é uma coisa que não basta zerar o fotômetro, se fizermos isso a foto vai ficar muito clara, já que você está apontando a câmera direto pro Sol e ele é muito claro, mesmo quando está se pondo.

Escolhi um ISO baixo para a foto ter bastante qualidade e a abertura máxima da lente nessa distância focal (usei uma Nikon 18-55mm f/4.5-5.6). A velocidade foi a que me “zerou” o fotômetro. Deixei o fotômetro, não no zero, mas um oi dois pontos negativos. Não tem uma regra, depende de como você acha a foto mais bonita e de como está a luz no momento. Pôr do sol a gente não pode pensar por muito tempo, pois a cada momento a luz muda e temos novas combinações. Vai testando, olhando no visor e mudando os valores até você ficar satisfeito.

É normal que, ou o céu fique muito claro ou as coisas em volta muito escuras. Isso acontece porque a câmera não é tão boa quanto nosso olho, ela não consegue pegar tantas nuances de claridade e acaba estourando de um lado ou deixando preto do outro. Eu prefiro deixar o céu como eu gosto e as coisas ao redor mais escuras, pois acho que o céu é o destaque.

Que tal tentar tirar fotos óbvias de modo menos óbvios? Vai em um ponto turístico da sua cidade e treina outros focos, perspectivas e ângulos pra tornar a sua foto diferente.

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Beijos

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