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Arquivo do mês: janeiro 2016

25 dias na Bahia – ida: Vila Velha

Oi gente,

Já falei algumas vezes da viagem que fiz no fim do ano e início de janeiro, certo? Hoje vou começar a contar mais detalhes sobre ela.

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Vista do Convento da Penha – Vila Velha/ ES

O planejamento dessa viagem começou em novembro, uma amiga perguntou se eu queria passar o Reveillon em Caraíva, Bahia. Topei e comecei a olhar passagens do Rio de Janeiro pra Porto Seguro, aeroporto na Bahia mais próximo de Caraíva. Pra sair no dia 26 de dezembro as passagens estavam caríssimas, do meu ponto de vista, impraticáveis. Passagens para Porto Seguro são caras em qualquer época do ano, mas no fim do ano tudo piora. Não lembro exatamente o preço que vi, mas era em torno de R$600,00 a R$800,00 só a ida.

Porto seguro é mais ou menos tão distante do Rio quanto Floripa, são mais ou menos 1100km, decidi que iria de ônibus. Já falei pra vocês que não aguento muito mais do que 10h em um ônibus e lembrava que em 2003, viagem com a escola, fizemos Rio – Porto Seguro em 18h. É demais pra ir em um dia, mas ótimo pra ir em dois. A única capital que fica no caminho é Vitória, olhei as distâncias e passagens e as divisões ficavam ótimas. Eu gosto de escolher capitais e cidades grandes porque têm muito mais opções de ônibus intermunicipal, sempre têm alguma opção de lazer, dá pra se locomover sem problemas de transporte público e o Google Maps funciona razoavelmente.

O esquema da viagem seria o mesmo que já fiz algumas vezes, Rio – Vitória durante a noite do dia 24 para 25, passar o dia 25 em Vitória e na noite do dia 25 embarque para Porto Seguro, chegando dia 26 de manhã. Pesquisei um pouco e decidi que passaria o dia em Vila Velha, cidade ao lado de Vitória. Passei o Natal viajando, assim como ano passado, minha família meio que não comemora mais, então preferi ganhar esses dois dias do que sair dia 26 e chegar em Caraíva só no dia 28.

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Praia da Costa – Vila Velha/ ES

Cheguei em Vitória bem cedo e num dia de muito sol. Esperei algumas horas ainda na rodoviária, guardei a mochila no guarda-volumes e fui rumo à praia da Costa. Tive que pegar dois ônibus, um até o terminal de Vila Velha e outro até a praia, mas foi bem fácil, o ponto de ônibus é super perto da rodoviária e saltei bem na frente da praia mesmo, nem tem como errar. Era Natal, mas era também feriado de sol, então a praia estava bem cheia. Eu só passeei pela praia, no calçadão e na beira do mar mesmo, pela areia, mas não cheguei a entrar no mar. Decidi não ir de biquíni porque não sabia se ia conseguir tomar banho, já que não ia me hospedar em nenhum lugar e porque estava com a câmera, não queria largar ela na areia e entrar na água numa cidade que não conheço. Se fosse Floripa, com certeza eu faria isso.

Passeei bastante tempo na praia mesmo e nas praias vizinhas, praia da Sereia e praia de Itaparica. Em alguns momentos consegui um lugar para sentar na sombra e fiquei só curtindo e lendo. Morri de vontade de entrar na água, estava realmente quente, mas eu sabia que estava indo pra Bahia e muitos dias de praia me aguardavam. Quando cansei caminhei até o convento (com ajuda do Google Maps) e decidi visitá-lo. Na verdade eu já tinha conhecido esses dois lugares, tanto o convento quanto a praia da Costa, mas é tão bonito que não tinha problema voltar.

O convento da Penha fica no alto de um morro com 154m de altura e de lá temos uma vista linda de Vila Velha e também de Vitória incluindo uma das pontes que ligam as duas cidades, vale muito a pena ir mesmo pra quem não é religioso. Abre de segunda a sábado das 5:15h às 16:45 e domingos das 4:15h às 16:45h. Eu fui no dia de natal, então estava tendo diversas missas, se você se interessar, tem o horário delas no site.

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Vista do Convento da Penha – Vila Velha/ ES

Chegando embaixo do convento, no portão, dá pra pegar uma van que sobe e desce o morro ou subir a pé. Eu não me lembrava disso e, como não tinha van disponível assim que cheguei, achei que tínhamos que ir a pé mesmo. Como não peguei não sei exatamente quanto custa, mas algo em torno de uns R$3,00 apenas para subir ou descer e R$5,00 para subir e descer. A subida não é muito longa, então se quiser economizar, vá a pé. Existem duas subidas, uma ladeira mais íngreme e mais rápida, a ladeira dos penitentes, ou o caminho do carro, menos inclinado, mas também mais longo. Adivinhem qual escolhi? Pois é, a ladeira dos penitentes. Não recomendo, o chão é de uma pedra que escorrega bastante (eu estava de chinelo) e ela é realmente íngreme, vi até uma mulher deitada na trilha, passando mal e a família abanando. Vai por ela só se você realmente estiver pagando uma penitência.

Lá de cima a vista é realmente linda, estava um dia magnífico e passei um bom tempo admirando vários ângulos da cidade. Mesmo com a cantina fechada, o convento disponibiliza bebedouros e eu pude encher minha garrafinha, mas não havia venda de comida. Em outros dias, que não sejam feriados, a cantina deve estar aberta, assim como uma lojinha de lembranças e artigos religiosos.

Desci do convento a pé também, mas com medo de escorregar, escolhi a ladeira dos carros dessa vez. Depois ainda cheguei a dar uma volta nos arredores e conhecer uma praça ali perto, mas não tinha nenhuma sombra (minha ideia era sentar na sombra e ler um pouco), então acabei voltando para a rodoviária. Lá eu pude carregar o celular e até tomar um banho delicioso. Eu não entrei no mar, mas suei tanto, que só pensava na tristeza de não haver um banho, encontrei na rodoviária mesmo, um bem agradável e pude pegar o ônibus limpinha para a próxima etapa da viagem.

Eu levei comida para esse trecho da viagem, então não gastei praticamente nada em Vila Velha, só mesmo a passagem de ônibus, o banheiro da rodoviária e uma pasta de dente (que eu não levei de propósito, né? esqueci que ia passar o primeiro dia sozinha, tive que comprar).

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Beijos

Shampoo Eh! – Volume de dar inveja

Oi gente,

Esse último mês decidi experimentar um shampoo novo, o volume de dar inveja da marca Éh!.

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Já fazia um tempo que eu só usava o mesmo shampoo, da Phytoervas, que falei aqui. Ele acabava e eu comprava de volta porque gostava e por preguiça de encontrar outro shampoo liberado pra low poo que não fosse caríssimo nem difícil de achar. Aí minha cunhada falou desse Éh!, verde claro, com maçã verde. O meu Phytoervas ainda não acabou, mas estava no final e eu ia viajar, ia precisar comprar um novo pra durar durante toda a viagem, decidi experimentar o volume de dar inveja.

Ele não tem sulfato nem parabenos (não tem problema usar parabenos no low poo ou no poo, os parabenos são conservantes. Mas existe a suspeita de que podem ser cancerígenos, por isso muita gente prefere evitar) e promete dar volume, leveza e movimento aos fios. Em sua fórmula tem maçã verde e verbena e ele é transparente.

O cheiro é muito gostoso, mas como sempre uso algum condicionador ou máscara depois, ele não fica nos cabelos. Achei que ele rende bastante bem e faz muita espuma, principalmente levando em conta que é sem sulfato.

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A textura dele na minha mão e em um papel.

Achei que o poder de limpeza dele é muito bom, melhor do que o Phytoervas, que eu sempre precisava lavar duas vezes pra sentir o couro realmente limpo. Esse Éh! eu só preciso lavar uma vez e pronto, já sinto que os fios e o couro estão bem limpos, então ele acaba rendendo bem mais. Mesmo limpando super bem não digo que ele controla a oleosidade não, meu cabelo continua ficando oleoso na mesma frequência. Ele também não deu volume nenhum aos meus cabelos. Sei que tenho cabelo liso escorrido e realmente não acredito que nenhum shampoo vá fazer meu cabelo ser volumoso, mas como promete isso, eu não podia não dizer o que achei. Talvez, para um cabelo com tendência a ter mais volume ele possa funcionar melhor nesse sentido.

Eu gostei demais desse shampoo e quero continuar comprando quando esse acabar, ou talvez experimentar outra linha da mesma marca. Além disso, adoro as embalagens da Éh!, acho lindas. Recomendo pra quem tem cabelo oleoso, pra quem acha que low poo não vai dar conta de limpar os fios e pra quem foge de shampoo hidratante. Não posso assegurar que ele não é bom pra quem tem cabelos mais ressecados, mas pela ação detergente, eu chutaria que não.

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Não foi muito fácil de achar essa linha específica, mas a marca Eh! vende em muitas farmácias. O meu comprei na Droga Raia e foi em torno de uns R$15,00, o mesmo preço do Phytoervas, mas acredito que esse vá durar mais tempo por eu só precisar lavar uma vez.

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Beijos

Refletindo – Jessica Jones

Oi gente,

Não tenho o costume de assistir seriados, mas comecei a ouvir todo mundo falando de Jessica Jones e me deu muita vontade de ver.

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É um seriado do Netflix em parceria com a Marvel e conta a história dessa super heroína, Jessica Jones. Eu até gosto um pouco de super heróis, mas não foi isso que me fez querer ver a série. Vi muita gente falando que era uma série que retratava o abuso, relacionamentos abusivos e tinha mulheres fortes, representatividade negra e gay.

Pra começar, a Jessica tem sim super poderes, mas eles não são tão incríveis se a gente compara com os outros super heróis que estamos acostumados. Ela é forte, bem forte, mas não é invencível nem nada, é como se fosse uma pessoa realmente bem forte e ela também pula muito alto. Ela é detetive particular e resolve diversos tipos de casos, desaparecimento, marido traindo, enfim… Existem na série outras pessoas também com habilidades especiais, pessoas diferentes da Jessica, com outras habilidades.

Se você não viu a série e pensa em assistir, talvez seja melhor ler o resto do post depois, com certeza darei spoilers.

O vilão da série é o Kilgrave, que também tem poder. A habilidade de Kilgrave é o controle de mentes, ele pode controlar sua mente e te mandar fazer qualquer coisa, não importa o que ele manda, todos obedecem. E foi isso que aconteceu com a Jessica, ela passou um tempo tendo um relacionamento com ele, não porque ela queria, mas porque ele ordenava. O poder de Kilgrave não é absoluto, as pessoas ficam sobre seu poder apenas por um tempo, depois desse tempo ele tem que dar novas ordens, ou a pessoa estará livre. Também tem um alcance limitado, ele não pode chegar no rádio e controlar a cidade inteira.

Bem, a Jessica consegue se livrar desse relacionamento, mas não consegue tocar sua vida normalmente. Os fantasmas do seu passado estão presentes o tempo inteiro, ela tem problemas com bebida e muita dificuldade de seguir adiante. Está tentando se reestabelecer com uma carreira de detetive particular e aí ela tem contato com os pais de uma menina que está desaparecida, Hope.

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Ela investiga e encontra a Hope, mas ela não era apenas uma jovem desaparecida, ela era uma nova vítima de Kilgrave. A Jessica chega a devolver ela pros pais, mas a Hope mata os pais e vai presa. E aí a Jessica começa uma missão de conseguir capturar o vilão, sem matá-lo, para poder provar a inocência da Hope. A Jessica sabia exatamente o que era estar presa nesse relacionamento e sabia que a Hope era inocente, era uma vítima. E aí entra a discussão da culpabilização da mulher.

O Kilgrave representa o homem do relacionamento abusivo. Claro que o poder que ele tem mais intenso do que o que vemos na vida real, mas muito semelhante. Se Kilgrave manda uma pessoa se matar, ela se mata. Na vida real isso não acontece de fato, mas o número de mulheres mortas por parceiros é enorme. A mulher que está em um relacionamento abusivo muitas vezes se sente imobilizada, não consegue reagir, não consegue se livrar, assim como as vítimas da série. E assim como a Jessica e a Hope não são culpadas, a culpa também não é da mulher, ela é a vítima do relacionamento, ninguém apanha porque quer. Muitas vezes ela tem uma dependência emocional e psicológica tão grande que, apesar de saber que deve se livrar, ela não consegue.

Kilgrave é o maior vilão e sua relação com Jessica é a trama principal, mas não é o único ponto interessante da série. Como eu disse no início, podemos ver representatividade negra, personagens negros homens e mulheres e também representatividade lésbica.

Existem também outros relacionamentos bem problemáticos, como o de Trish Walker, melhor amiga de Jessica, e sua mãe. Embora sua mãe não tenha nenhum poder, ela tem uma capacidade de manipulação enorme e tem uma relação completamente abusiva com a filha. Quando Trish é criança ela trabalha em um programa na TV e sua mãe a controla completamente, a obriga a fazer o programa, como agir no programa, o que comer, o que fazer… É um relacionamento extremamente doentio e abusivo, embora a mãe de Trish não tenha nenhum super poder.

Trish, assim como muitas vítimas de relacionamentos tóxicos, morre de vergonha de sua relação com a mãe, mas não tem forças para se livrar dele. Jéssica, que é criada como irmã de Trish depois que sua família sofre um acidente, tenta ajudá-la e ameaça denunciar a mãe, mas a amiga implora para que não conte. Ela prefere esconder o relacionamento e continuar sofrendo com ele do que denunciá-lo. Pode parecer loucura, mas é muito comum que as vítimas estejam tão fragilizadas, que não conseguem denunciar, ou, logo após a denúncia, retirem a queixa.

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Claramente as personagens fortes são as mulheres, Jessica, Trish, Jeryn Hogarth (chefe de Jessica) e é bem interessante como os homens brancos são retratados. Há dois homens brancos realmente importantes na trama, Kilgrave e Will Simpson, que se torna namorado de Trish num relacionamento também problemático. Há um momento em que Jessica, Trish e Simpson estão conversando e ele o tempo todo interrompe Trish, gritando mais alto que ela e a calando. Isso é tão comum na vida real que poderia até passar despercebido. Claramente Will acredita que ele, como homem, é quem deve resolver as coisas e chega a prender Trish em casa, impedindo que ela também aja.

Existem várias outras tramas na série, como a de Jeryn Hogarth, sua secretária, Pam, e a ex mulher, Wendy; Luke e a esposa assassinada Reeva Connors; e os pais de Kilgrave, mas esse post já está enorme. Acho que deu pra ver que eu gostei da série, né? Achei os assuntos tratados bem desenvolvidos e uma série de super heróis bem diferente das que eu já conhecia. Já viram essa série? O que acharam?

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Beijos

Iluminador Fashion Show – Yes Cosmetics

Oi gente,

Vou mostrar pra vocês uma versão baratinha do iluminador líquido High Beam da Benefit.

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Quando vi o High Beam, da Benefit, pela primeira vez na Internet desejei muito, mas o preço estava fora da minha realidade, principalmente pra iluminador, que eu nem uso tanto assim. Mas aí eu vi que a Yes Cosmetics lançou duas versões de iluminador líquidos e vi algumas resenhas falando que eles eram parecidos. Pronto, não precisou de mais nada, encomendei o meu no site deles. Eu digo que é parecido pelas resenhas que vi, porque não tenho o High Beam.

Atualmente eles têm uma nova cor, a Fashion Gold, mas na época eram só a Fashion Show e a Fashion Light. Eu escolhi a Fashion Show porque era a mais parecida com o High Beam mesmo, um iluminador rosado com brilho prateado (enquando a Fashion Light é amarelado com brilho rosado). A embalagem é de vidro e lembra a de esmalte, com um pincel na tampa.

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Mais concentrado, à direita e mais espalhado à esquerda, fica bem discreto, difícil pegar com foto, mas quando mexe dá pra ver.

O produto não é exatamente líquido, parece mais um creme, e tem um brilho muito bonito, não é gliter nem ficam partículas grandes de brilho, é como se fosse um creme iluminado mesmo. Eu gosto muito de usar de duas formas, uma fica mais intensa, chamativa, que é a forma mais óbvia,  e outra mais discreta. Na primeira, com a pele pronta, aplico alguns pontinhos nas áreas que quero iluminar e espalho com os dedos ou um pincel dando batidinhas. Dar batidinhas é bem importante, se você esfregar ele vai tirar os produtos que estão por baixo. Eu gosto também de aplicar o blush depois, exatamente pra evitar que ele tire, na hora da aplicação. A segunda forma é bem mais discreta e eu acabo usando mais, aplicar bastante iluminador por baixo da base nas áreas que eu quero iluminar. Depois de aplicar e espalhar (e aí não precisa ser tão cuidadoso, já que não tem produto embaixo), passo a base. Fica um iluminado mais natural, mais pele saudável, e que parece vir realmente da pele, já que está por baixo da base. Só não dá pra passar pouquinho, aí nem aparece.

Gosto bastante da duração do iluminador, não fica intacto pra sempre, mas mesmo várias horas depois, ele está na minha pele. Quando passo por baixo, dura mais também. Se eu quero brilhar muito faço as duas coisas, passo por baixo da base e depois da pele pronta, potencializa bastante a duração. Outra opção é passar o Fashion Show por baixo da base e um outro iluminador por cima, também aumenta a duração.

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Não tive nenhuma dificuldade em demaquilar o produto, saiu bem tranquilo com o Bioderma e não deixou resquícios de brilho pela pele. Vende no site da Yes Cosmetics e nas lojas físicas (dá pra encontrar a mais próxima no site) e custaR$21,90 por 10ml, é iluminador pra vida toda.

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Beijos

 

Minha mochila – 25 dias na Bahia

Oi gente,

Como contei pra vocês viajei agora no fim de dezembro e início de janeiro e precisei levar uma mala muito compacta.

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Como minha viagem envolvia acampamento e travessia (quando você vai de um lugar pro outro a pé, ou seja, andando o dia todo com mochila nas costas), tinha que eliminar tudo o que pudesse. Não dá pra pensar “ah, mas é só mais uma blusa, nem faz diferença”, porque acumulando essas coisinhas pequenas pode dar uns bons quilos.

Semana passada contei em detalhes como foi minha necessaire e agora vou abrir minha mala com vocês.

Quase toda a parte de cozinha de camping meu irmão levou, pois cheguei depois.

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Precisei levar uma barraca, isolante térmico para dormir, saco de dormir para me cobrir, um travesseiro inflável, lanterna com pilhas, um cadeado, uma faca, um garfo e um prato e, claro, a mochila. Levei também o Camel Back, um reservatório de 2,5litros pra colocar água e beber durante a caminhada.

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Levei minha câmera com a lente Sigma 18-35mm f/1.8 apenas na primeira parte da viagem e pedi para uma amiga trazer de volta. Na segunda parte eu encontrei meu irmão e usei a dele (na verdade da minha cunhada, Canon 60D com a lente 18-135 f/3.5-5.6). Levei também meu mp3 (sim, eu ainda uso, não ouço música no celular) e o carregador, o celular, o Kobo e o carregador (é o mesmo pro celular e pro Kobo).

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As roupas e a necessaire (que mostrei em detalhes aqui) é a parte que eu mais podia cortar coisas, tentei ser bem contida. 4 blusas, 1 casaco impermeável, 2 biquínis, 1 calça legging, 2 meias e 2 shorts. Levei também a parte de lingerie (que, por motivos óbvios, decidi não pôr na foto), uma canga e uma toalha específica pra camping. Como calçado levei um chinelo e um coturno. O coturno não é o calçado ideal, mas era isso ou All Star. Na foto saiu ainda um casaquinho que eu decidi tirar de última hora.

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Pra completar carteira (só com o básico, nada de moedas ou mil cartões), minhas chaves, óculos escuros e um caderninho e uma caneta.

Acho que consegui ser bem econômica, nunca viajei com tão pouca roupa para tanto tempo, mas com certeza valeu a pena.

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Necessaire de viagem – 25 dias na Bahia

Oi gente,

Já comentei que ia viajar agora em dezembro/ janeiro, né? Vim mostrar o que estou levando na necessaire.

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Pra começar é importante saber que tipo de viagem vou fazer, serão 25 dias de praia e trilha, incluindo alguns dias de trilha carregando a mochila, então quanto mais leve melhor. Só estou levando o que realmente acho necessário. Arrumei tudo em uma necessaire, o que não coube estou levando separado mesmo.

Banho

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Shampoo, não levei o frasco inteiro, coloquei em dois frascos menores, um de 60ml e um de 40ml. É o Éh volume de dar inveja (quando voltar faço resenha); máscara hidratante, também levei o frasco inteiro, coloquei o suficiente para todas as lavagens nesse potinho menor. É a Pantene hidratação (resenha na volta também); sabonete e saboneteira; Cleanance Gel de limpeza pro rosto em um potinho de 10ml.

Outros

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Gilette; escova de dente (minha amiga vai levar a pasta); protetor solar de rosto Airlicium da La Roche-Posay que coloquei num potinho menor; protetor solar Nívea protect & bronze FPS30, depois conto se protegeu bem; repelente; desodorante nessa mini embalagem de 30ml; alicate de cutícula, que pode parecer bobagem, mas eu não dispenso nem em viagem de fim de semana; lixa de unha.

Pra evitar vazamentos gosto de passar um plástico entre a boca do produto e a tampa.

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Durante a viagem vou abandonar o cronograma capilar e também não vou levar nenhuma maquiagem. Não acho que teria ambiente para usar e, mesmo que outras pessoas se maquiem no Reveillon, eu realmente prefiro ficar de cara limpa e não levar todo esse peso. Escova de cabelo também não uso, penteio o cabelo com os dedos durante o banho e é suficiente.

Depois vou fazer outro post mostrando o que mais levei na mochila.

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Beijos

recado

Blush compacto 04 – Vult

Oi gente,

A Vult é uma marca baratinha que eu adoro e meus blushes preferidos são da marca.

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Eu tenho três blushes da Vult, mas dois deles estão descontinuados, por sorte, o único que continua no site é também o meu preferido, o 04. A cor dele é um rosa com brilhos. Confesso que logo depois de comprar eu me arrependi por ele ser muito rosa, mas comecei a usar sempre depois que pintei meus cabelos de ruivo (achei que combinava uma pele mais rosada) e descobri a beleza dele. Atualmente, mesmo castanha de novo, uso sempre.

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Mais marcado e esfumado, à direita

Ele tem brilhos sim, mas depois de aplicar e esfumar os brilhos praticamente somem, fica bem discreto e eu uso sempre no dia a dia mesmo. Ele é muito pigmentado e tem que tirar o excesso na hora de aplicar ou fica aquele blush chinelada, super forte, mas também é fácil de esfumar e, se exagerar na aplicação, basta esfumar bastante ou passar um pincel com pó por cima.

Acho a duração dele muito boa também, quando saio de manhã, ao voltar pra casa, no fim da tarde, ainda consigo enxergar um pouco de blush. Claro que sai ao longo do dia, mas acho muito digno e nunca preciso levar pra retocar. O ponto fraco dele era a embalagem, o meu ainda é da embalagem antiga e ela era muito frágil, tanto que quebrou a tampa e ela fica soltando, é bem ruim pra levar na necessaire. Mas eles agora estão com embalagens novas. Não tenho nenhum nessa nova embalagem, então não sei dizer se é boa, mas pelo que vi nos blogs e em fotos, parece que eles melhoraram bastante.

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Blush bem marcado à esquerda e esfumado, à direita

Como eu disse, tenho outros dois blushes da marca, um deles muito brilhante, praticamente só brilho, e o outro mate (os antigos 06 e 09, descontinuados) e gosto muito de todos, então posso garantir que, no mínimo pro meu gosto, eles valem muito a pena, só escolher a sua cor preferida.

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O meu eu comprei há alguns anos, devo ter pago algo em torno de R$8,00, mas atualmente vi nas Americanas por R$15,00 e na Panvel por R$18,95. Não é difícil de comprar, tem em diversas farmácias, mas os preços variam bastante de um lugar pro outro.

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